De braços abertos chamo o vento, e ele que venha se quiser. A espera já não me pode moer mais do que já mói. Desapego-me de tudo o que é passado, ele que vá com o vento e não volte. Pelo menos é o que eu quero, embora não mo seja garantido, e entristece-me que assim o seja.
O que a vida nos leva é porque realmente nunca foi nosso e porque algo melhor há-de vir
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