É em dias como este, que existo, mas não queria.
Não me sinto aqui e não sei porque fico.
Levem-me.
Não estou, mas obrigam-me a estar.
O mundo cheio lá fora, um corpo oco, aqui sentado.
Não queria, mas tem que ser. Tudo é um "tem que ser" neste planeta de "faz de conta". Tenho que ser, e eu não quero mais.
A dor, a frustração e descontentamento são demasiado para este corpo tão pequeno que vai ficando, mas quer partir.
Não sou, mas vou sendo.
E eu já não sei se quero mais.
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