terça-feira, 17 de junho de 2014

Abro a mão e coloco-a do outro lado da janela do carro. Sinto-a ceder à pressão da brisa, e ela deixa-se ir sem querer. A liberdade toca-me no momento em que os olhos se fecham. Sinto-a na sua totalidade, embala-me como se soubesse que isso,  fosse o mais acertado a fazer e abriga-me como se adivinhasse que era dela que mais precisava naquele instante...

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