Não confias em ti..., dizem-me eles com olhos laços, cheios de uma pena subtil que vejo mas ignoro. Não concordo nem discordo com esta verdade que me magoa o ego.
Observo-os estática através de momentos fuscos que vejo passarem-me à frente, momentos em que falhei por não me ter descoberto a tempo.
Oiço o que me dizem e calo por ter medo de consentir e de me ouvir fazê-lo, calo-me e fujo da verdade que tanto me atormenta por saber que não tenho forças nem capacidades para a mudar. É impossível mudá-la quando eu já faço parte dela e ela, parte de mim: não tenho confiança na pessoa que sou.
Observo-os estática através de momentos fuscos que vejo passarem-me à frente, momentos em que falhei por não me ter descoberto a tempo.
Oiço o que me dizem e calo por ter medo de consentir e de me ouvir fazê-lo, calo-me e fujo da verdade que tanto me atormenta por saber que não tenho forças nem capacidades para a mudar. É impossível mudá-la quando eu já faço parte dela e ela, parte de mim: não tenho confiança na pessoa que sou.
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