Causas-me este sentimento de intriga e desprendes-me os pés do chão. Deixas-me sonhar e seguir o que tenho, e o que tenho fica no coração. Não me iludes, nem me desiludes, só fazes com que sorria, e eu assim o faço, sorrio, sorrio até mais não.
Sou do tudo, sou do nada. Sou de pouco, sou de ti. Soltas-me a alma aprisionada por medo ter de falhar e voar por aí. Quero planear em grande, em gigante, em enorme, tudo isto contigo. Quero concretizar todos os nossos desejos e sonhos: tu, eu e um abrigo. A nossa casa tem pés que vagueiam por tudo quanto é lado, e nós lá nos deixamos-nos ir. Vamos caminhando, sem pensar, sem agir, vamos por aqui e por ali, por mais que o caminho seja errado.
Somos de perdas, somos de dor. Somos de teimosia, somos de ambos, somos, ai se somos, meu amor....
Sou do tudo, sou do nada. Sou de pouco, sou de ti. Soltas-me a alma aprisionada por medo ter de falhar e voar por aí. Quero planear em grande, em gigante, em enorme, tudo isto contigo. Quero concretizar todos os nossos desejos e sonhos: tu, eu e um abrigo. A nossa casa tem pés que vagueiam por tudo quanto é lado, e nós lá nos deixamos-nos ir. Vamos caminhando, sem pensar, sem agir, vamos por aqui e por ali, por mais que o caminho seja errado.
Somos de perdas, somos de dor. Somos de teimosia, somos de ambos, somos, ai se somos, meu amor....
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