Não sei. Não sei porquê ou como. Não sei o que faço ou sequer se o estou a fazer. Só sei que não sei e que preciso de alguém que o saiba por mim, porque de outra forma certamente começarei a cair a pique para onde outrora já estive estatelada. Sou um ser humano ingénuo de interior. Sou-o e bem sei o quanto custa sê-lo, poupem-me então dos falatórios que vocês, pessoas e gente vinda de tudo quanto é lado, ateimam em reduzir a papéis e papéis de palavras agressoras que tentam ferir-me, à medida que se desenrolam da vossa mente chegando já meio amachucados da vossa boca. Desandem-me da cabeça e dêem uso às vossas, que durante muito tempo estiveram inutilizadas para a realidade, fazendo da vida dos outros o vosso passatempo predilecto.
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