Deixaste comigo a tua herança perniciosa de breves retratos de uma vida quase perfeita, de sorrisos convenientes e aparentemente humildes. Deixaste-a a apodrecer junto de mim e das tantas outras memórias e momentos que vivemos, molestas-te-as tal e qual como fizeste comigo, deixando-me desvanecer tanto que eu, por dentro, já quase que não existo.
Sem comentários:
Enviar um comentário
Assenta aqui os teus pensamentos: