sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Ao meu infortúnio de vida de estudante, somam-se dias de tristeza e contabilizam-se os meses para que estes acabem, como os pontos finais finalizam frases desonestas proferidas por alguém, sem pensar. Passa-lhes ao lado, como o vento pesado vindo frio do norte, as lágrimas que me escavam o rosto formando poços de mágoa e angustia dentro do meu corpo cauteloso, que, aos olhos de quem vê mas não quer, lhes escapam por medo de se questionarem e resolver o inevitável.

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