sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Agitei a folha de papel assente sobre a mesa e uma brisa do teu cheiro emergiu da minha pele adormecida. Estagnado com o passar das horas que cada vez mais distanciam os momentos, alcancei-o com facilidade. O teu rosto surgiu-me nítido, memórias passadas eram folheadas pela mente. Nelas vejo refletida a minha silhueta ténue e pondero começar-me a insultar, mas em vez disso penso apenas: Estou em ti há tanto tempo e sem querer não me apercebi...

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