Anda, vem, vem como a chuva que sorrateira e repentina abraça ruas cheias de tudo, cheias de nada. Vem, mas vem para ficar, como este frio que se entranhou na minha pele desde que me deixaste sobre o teto do mundo a regelar por não ter o teu calor. Anda, caminha até aqui, cala-me os pensamentos e exalta-me o corpo com pequenos toques aqui e ali. Sai daí e vem, vem para ao pé de mim...
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