Inspiro destemida a encontrar-te cá dentro, à minha espera. Algures numa sombra da solidão, rebusco-te impacientemente, sem réstias de esperança. Não apareces. Não tenho folgo para aguentar mais. Expiro então desiludida e sufocada pela mágoa, enquanto escondo as lágrimas com as mãos sobre o rosto, que tremem e já não têm nada. Já não te têm a ti.
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