Tens razão no que dizes, daí ver-me obrigada a pedir-te perdão pela a minha teimosia inconstante e de não ser capaz de to dizer quando estás parado, diante mim, a olhar-me com essa ternura que tens nos lábios ou quando oiço a tua voz, suave e tranquila como a brisa que me trespassa e me sabe tão bem, em dias quentes como estes últimos.
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